sábado, 5 de setembro de 2009
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
sábado, 8 de agosto de 2009
Trompetista Cícero Cordão e Luciana Gastaldi
Cicero Cordão nasceu em Itaporanga (PB) onde começou seus estudos músicais em 1983, na Banda Filarmônica Conêgo Manoel Firmo (Banda do Padre Zé). Em 1986 mudou-se para João Pessoa, onde continuou seus estudos musicais no de extensão em música na UFPB, na classe do Professor Gláucio Xavier. Concluiu Bacharelado em música (trompete) em 1992 na UFPB na classe do Professor Nailson simões (Doutorado nos EUA). Ao longo de sua carreira participou de cursos e festivais de música do Brasil, atuando como 1º trompetista de orquestras e também como solista. Sua experiência em orquestras começou em 1986, quando integrou na orquestra sinfônica jovem da Paraiba. Deste então tem integrado várias orquestras trabalhando com renomados maestro nacionais e internacionais.sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Trompetista - Nailson Simões

Nailson Simões, natural de Quipapá (PE), é professor titular da Universidade do Rio de Janeiro - UniRio, onde desenvolver intensa atividade acadêmica nas áreas de ensino e pesquisa, principalmente de música brasileira, atuando nas mais diversas vertentes, da música flocórica à música contemporânea. Após conclusão do Mestrado (1986) e Doutorado (1991), ambos sobre orientação do professor Charles Schlueter, principal trompetista da Boston Symphony Orchester , Nailson voltou ao Brasil, iniciando trabalho pioneiro e inovador sobre interpretação e técnica do trompete.
sexta-feira, 31 de julho de 2009
segunda-feira, 8 de junho de 2009
JAZIGO DE ORKÁCIA DE SOUSA SILVA

quarta-feira, 27 de maio de 2009
quinta-feira, 5 de março de 2009
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
ORQUESTRA MARACATUARA SHOW
MUSICOS: KADINHO (TROMPETE) SERIO (TROMBONE) MODESTO (TROMBONE) ARMANDO (SAX TENOR) DERLY (SAX ALTO) GAGO DE ANANIAS (BATERIA) JOSÉ HILTON ( SURDÃO( FRANCIMAR ARAUJO( TREME TERRA) ZÉ LITO (CONTRA-BAIXO) E OUTROS....quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Jessier Quirino em Causo & Poesia
No melhor estilo brejeiro, caririzeiro e sertanejo, traz mais um espetáculo de poesia e nordestinidade - brinde de grande valimento pros recreios de verão.
Dono de um estilo próprio - domador de palavras - de uma verve apurada e de um extremo preciosismo no manejo da métrica e da rima, o poeta sabe como ninguém, prender a atenção do distinto público e, num desempenho de uma hora e meia de duração, acompanhado de músicos de primeira grandeza, explora os temas mais variados, dentro do universo da rima e das palavras.
Declamando os poemas e causos autorais, o poeta, atento ao dialetal sertanejo, irá explorar temas novos, causos e tiradas engraçadas, tudo, dentro da mais pura oralidade campeira. Com uma produção enxuta e renovada, Jessier faz hoje, um dos mais belos recitais do gênero e abraça o público pessoense neste início de fevereiro.
Assessoria
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
terça-feira, 21 de outubro de 2008
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Grupo - Luzes da Ribalta
sábado, 21 de junho de 2008
Colégio Diocesano Promove mais uma Festa Junina 2008
JAZIGO - JÚLIO CHARLES ALVARENGA CIRILO

quinta-feira, 12 de junho de 2008
Observatório - A matriarca Dona Branca

A matriarca Dona Branca
FP: Inicialmente como foi a vida de Senhora?
BC: Minha vida foi muito sofrida a começar de criança. Que meu pai faleceu e eu fiquei na casa de meus tios, depois de muito tempo, eu tinha três irmãos que morava fora eu morava com minha avó, aí minha vó também faleceu, e minha mãe disse para voltarmos pra casa, seu pai faleceu e você tem que ficar com as outras meninas e ajudar elas que estão em casa e eu era a que mais se esforçava pelos serviços em casa. Eu trabalhava no jumento e aquilo me preocupava demais, aí eu terminava o serviço que tava fazendo e lá quem resolve tudo era eu, eu era a mais velha e quem resolvia era eu.
FP: Eu percebo que a vida da senhora foi bastante sofrida...
BC: Minha vida foi muito sofrida, aí quando eu terminava os serviços que eu fazia, aí ia tomar conta da casa e aí chegava o horário de eu ir pra escola, eu ia pra aula, aí quando chegava mais ou menos duas da tarde ia recomeçar o meu serviço, meu serviço era esse mesmo que eu já falei, mas mesmo assim eu era quem mandava nas coisas lê em casa, porque minha mãe era doente, sabe? Eram sete irmãos.
FP: Aí Dona Branca, a senhora automaticamente se casou? A senhora teve quantos filhos?
BC: Dez Filhos.
FP: Quantos vivos?
BC: Tem César, o Paulo, Anita e a Lucinha. A Lucinha é a mais nova, a caçula. Aí nesse período de eu ficar viúva, eu tive que ficar mesmo (Itaporanga), eu morava na (Prata), ainda tem lá a casa que eu morava, era um sobrado, mas a família que tem lá é pouca, já foram embora todos, alguns faleceram, de lá eu casei, de lá meu esposo foi pra Recife, ele tinha uma loja, vendemos o que tinha lá e fomos pra Recife, e lá em Recife a gente passou de 1946 a 1949, aí viemos pra aqui, pra Itaporanga e aí ele botou essa Lojinha, comprou essa loja, os filhos não trabalhavam que eram pequemos e também estudavam, e nesse meio foi o tempo que ele faleceu, faleceu aí eu fiquei tomando conta da casa.
FP: Dona Branca como é a vida da senhora hoje no dia a dia?
BC: Eu quase nem estranho, que eu já sofri muito né? É hoje estou levando como Deus quer.
FP: Mas o que é que a senhora faz na sua casa no dia a dia?
BC: Eu ainda faço as coisas na cozinha. Ainda faço bolo, ainda faço doce. Eu tenho assim uma pessoa em casa, mais é só pra servir de companhia. Mais eu vou fazer a feira lá em Clementino (Supermercado Nordestão). Ainda tudo isso eu faço. Graças a Deus eu num sinto quase nada, vivo só me recuperando devagarzinho.
FP: A senhora ainda vai à Igreja?
BC: Vou à missa, eu sou muito católica, eu todo dia assisto duas missas e três terços, aqui sentada em frente à televisão.
FP: A senhora é realizada como esposa, como mulher e como mãe, Dona Banca?
BC: Sou realizada, graças a Deus. Eu tenho f´r em Deus, eu sou muito católica. Eu tenho fé em Deus e ainda reajo, daqui pra frente dá pra fazer as coisas. E faleceram meus filhos, né, um que era o paralítico em cadeiras de rodas. Era Socorro, Mario e tinha o Inácio, que era o mais velho e foi o que faleceu primeiro. Depois vieram os outros.
FP: Dona Branca qual o segredo para se manter tão ativa com a mente ainda pensando bem no dia a dia?
BC: É Deus quem me ajuda. Eu sou muito católica e tenho muita fé em Deus. E graças a Deus estou levando a minha vida desse jeito. Minhas filhas moram lá fora e eu moro aqui com Paulo. Mais uma vez por outra, agora mesmo Lucinha ta aqui agora, veio passar o Dia das Mães.
FP: Agora Dona Branca eu soube que a senhora é uma leitora assídua?
BC: É eu gosto de ler essas revistas, de fazer todo dia, a minha oração todo dia eu tenho que rezar, das nove às dez. aí assisto a missa, aí chega o horário das refeições em seguida descanso um pouquinho e começo tudo de novo.
FP: Qual a mensagem que a Senhora queria deixar para as mães de Itaporanga e de toda região, já que amanhã é Dia das Mães?
BC: A mensagem, às vezes chega gente aqui perguntando Dona Branca, qual é o caderno que a senhora tem a receita da saúde. Não tem nada disso, o negócio é só ter paciência, é levar como Deus quer e to levando minha vida assim. Não tem caderno, não tem nada. Deixa passar essa onda, e graças a Deus estou bem.
A NONAGENÁRIA DONA BRANCA
A melhor forma de homenageá-la
Por ocasião dos seus 94 anos
No próximo dia 25 de junho é através
Desta entrevista que ela concedeu ao
Colega Flaviano Porcino ao ensejo
Do Dia das Mães.
Obrigado Flaviano;
Longa vida Dona Branca!
O Centenário está perto.
segunda-feira, 2 de junho de 2008
terça-feira, 27 de maio de 2008
Charges do Kadinho

sábado, 17 de maio de 2008
A FOTO ''CONCIÊNCIA NEGRA'' RENDEU PRÊMIO A ITAPORANGUÊNSE
de imagens marcantes
Se com os textos O NORTE vem conquistanto merecido reconhecimento, também suas imagens têm falado alto a jurados e leitores. Prova disso são do ''Itaporanguênse''. Sertanejo e perseguidor do clique certeiro da câmara, Helder Pinto conquistou, em 2004, o segundo lugar no AETC de Jornalista com a foto '' Conciência Negra''. Atuando em O NORTE dessde de 2002, ele diz que a premiação funciona como um combustível para um trabalho sempre melhor. "Quando recebemos um prêmio, o estímulo aumenta e a vontade de trabalhar cresce ainda mais. Essas conquistas são conseguências de um trabalho dedicado. É isso que eu quero e sei fazer. Respiro diariamente o fotojornalismo e não consigo me ver sem uma pauta e uma câmara na mão", enfatisa Helder.
Fonte O NORTE






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